Capitão
Anda de carro
Rico, mas
Rígido com
Os empregados
(Adriano - Aluno do 8º ano B - 2012
Escola Municipal Nova Nazaré)
16 de junho de 2012
26 de maio de 2012
Mulheres
Muitas elegantes e bonitas
Uma beleza natural
Loiras, morenas, riuvas...
Hoje encontrei uma mulher
Especial, muito diferente
Realmente ela é
Elegante, carinhosa, bonita,
Sensível e bem inteligente
(Arthur - aluno do 8º ano - 2012
Escola Municipal Nova Nazaré)
Uma beleza natural
Loiras, morenas, riuvas...
Hoje encontrei uma mulher
Especial, muito diferente
Realmente ela é
Elegante, carinhosa, bonita,
Sensível e bem inteligente
(Arthur - aluno do 8º ano - 2012
Escola Municipal Nova Nazaré)
Henrique
Humor
Elefante
Nunca
Ri
Igual
Quero
Urso
Engraçado
(Carlos Henrique - aluno do 8º ano - 2012
Escola Municipal Nova Nazaré)
Elefante
Nunca
Ri
Igual
Quero
Urso
Engraçado
(Carlos Henrique - aluno do 8º ano - 2012
Escola Municipal Nova Nazaré)
23 de março de 2012
Substantivo: conceito e classificação
Substantivo é a palavra dá nome a tudo que existe ou imaginamos, portanto, podemos afirmar que é a palavra que nomeia os seres em geral e as qualidades, ações ou estados que se relacionam a eles.
Exemplos: América do Sul, Brasília, pessoa, José, cadeira, artista, beleza, mergulho e felicidade.
Observação: É considerado substantivo qualquer palavra que puder ser precedida de artigo, pronome possessivo, demonstrativo ou indefinido.
Classificação do substantivo
Por causa da grande variedade de coisas que nomeia e das diferentes maneiras pelas quais ele se forma, é preciso classificar os diferentes tipos de substantivos: próprio, comum, simples, composto, primitivo, derivado, concreto, abstrato e coletivo.
Próprio e comum
· Próprio: indica um só ser de uma mesma espécie, ou seja, denominam um elemento particular de uma espécie.
Ex.: Paulo, Nova Nazaré, Mato Grosso e Brasil.
Os substantivos próprios devem ser grafados com inicial maiúscula.
· Comum: indica todos os seres de uma mesma espécie, qualquer ser de uma espécie.
Ex.: homem, cidade, estado e país.
· Simples: é formado por apenas uma palavra.
Ex.: batata, doce, flor e couve.
· Composto: é formado por duas ou mais palavras.
Ex.: batata-doce, couve-flor, girassol e pé-de-moleque.
Primitivo e derivado
· Primitivo: não deriva de outra palavra, ao contrário, pode dar origem a outra palavra.
Ex.: árvore, escada, ferro, piano e barba.
· Derivado: deriva de outra palavra, ou seja, é formado a partir de outra palavra.
Ex.: arvoredo, escadaria, ferreiro, ferradura, ferramenta, pianista, barbeiro e barbearia.
Concreto e abstrato
· Concreto: indica um ser de existência independente, portanto, podemos dizer que designa o ser propriamente dito, que tem existência própria, seja ele visível ou invisível, real ou imaginário, material ou espiritual.
Ex.: terra, ar, relógio, fada, casa e Deus.
· Abstrato: indica um ser de existência dependente, ou seja, designa coisas que só existem em outro ser, que são concebidas pela nossa consciência, podendo exprimir ação, sensação, estado ou qualidade dos seres.
Ex.: alegria, amor, ódio, mentira, justiça e verdade.
Observação: Como Sacconi muito bem explica, substantivo concreto não é “aquele que a gente pode pegar”, como muita gente pensa. Por exemplo, ar é substantivo concreto e ninguém consegue pegar. Ar é um substantivo concreto, porque não depende de nós para existir, portanto sua existência é independente. Já amor é substantivo abstrato, pois é um ser dependente de nós para existir, se não existíssemos, não existiria amor. Lembre-se que o substantivo abstrato pode exprimir ação, sensação, estado ou qualidade dos seres.
Coletivo
· Coletivo: é o substantivo que, no singular, indica uma porção de seres da mesma espécie.Ex.: cardume, fauna, cacho, réstia e colmeia.
REFERÊNCIAS
SACCONI, Luiz Antonio. Novíssima Gramática Ilustrada Sacconi. São Paulo: Nova Geração, 2008.
OLIVEIRA, Gabriela Rodella; RODRIGUES, Flávio Nigro; CAMPOS, João Rocha. Português: A arte da palavra. 1 ed., São Paulo: AJS, 2009.
13 de fevereiro de 2012
Foi amor
Ah... foi amor!
Foi desejo
Com sabor...
Foi amor proibido...
Foi amor bandido!
Foi vontade de te amar...
Foi amor animal
Com toque de malícia
Foi desejo fatal!
Foi amor de inverno
Mas que chegou no verão.
Foi desejo sem fim
Que ficou gardado
No coração...
Foi amor de loucuras...
Em um toque de curvas
Que chegou me beijando
Terminou te amando.
Ah... esse amor!
Foi embora e não voltou...
Dizendo adeus ele levou
Meu coração embrulhado
Numa caixinha de
Sapato!!!
(Franciely Beatris - aluna do 9º ano - 2012
Escola Municipal Nova Nazaré)
Foi desejo
Com sabor...
Foi amor proibido...
Foi amor bandido!
Foi vontade de te amar...
Foi amor animal
Com toque de malícia
Foi desejo fatal!
Foi amor de inverno
Mas que chegou no verão.
Foi desejo sem fim
Que ficou gardado
No coração...
Foi amor de loucuras...
Em um toque de curvas
Que chegou me beijando
Terminou te amando.
Ah... esse amor!
Foi embora e não voltou...
Dizendo adeus ele levou
Meu coração embrulhado
Numa caixinha de
Sapato!!!
(Franciely Beatris - aluna do 9º ano - 2012
Escola Municipal Nova Nazaré)
9 de novembro de 2011
Anita Malfatti - Programa Traçando Arte
Vamos assistir a mais um vídeo do programa Traçando Arte?
Jean Pierre e Trácio apresentam outro expoente modernista: Anita Maltati.
Assista ao vídeo: Anita Malfatti
3 de novembro de 2011
A diferença entre publicidade e propaganda
A confusão entre os termos publicidade e propaganda, no Brasil, se originou quando as primeiras traduções foram feitas. Entenderam “advertising” como propaganda, logo quando alguém fazia a tradução de um livro ou artigo, os conceitos dos autores sobre o que é “advertising” eram convertidos e traduzidos como sendo os conceitos de propaganda. Na realidade, o termo propaganda vem de seu homônimo em latim “propaganda”, que significa semear idéias e ideais de cunho político, cívico ou religioso. A propaganda tem caráter ideológico e tem como objetivo fazer adeptos, seguidores e converter opiniões. Na América do Norte, muitas vezes o termo “propaganda” é entendido como pejorativo, como uma espécie de lavagem cerebral e sempre com fins políticos, cívicos ou religiosos (Veja um pouco da: História da propaganda).
Já o termo publicidade foi, e por muitas vezes ainda é, confundido com os esforços de relações públicas em gerar mídia espontânea e gratuita. Na realidade, o termo publicidade pode ser entendido de maneira genérica como o ato de tornar público e mais especificamente como “advertising”, ou seja, uma ferramenta de comunicação e marketing que tem como função e fim promover, utilizando os meios de comunicação nos espaços publicitários. Ou melhor, a ferramenta que utilizando os meios de comunicação e os espaços publicitários, com patrocinador identificado, tem como fim seduzir e tornar público, levando o consumidor à compra de determinado produto ou serviço. Podemos dizer que, enquanto a propaganda tem cunho político, cívico ou religioso, a publicidade tem cunho comercial.
A comunicação comercial é chamada pelos americanos de advertising, pelos franceses de publicité, pelos espanhóis de publicidad, pelos italianos de publicità e todos esses entendem o termo propaganda como comunicação política, cívica ou religiosa. O Brasil é um dos poucos países em que ainda confundem os termos, e isso acaba sendo perpetuado pelas traduções feitas de maneira equivocada. Canso de ver as definições, de "Kotler" e outros renomados autores internacionais para advertising, sendo traduzidas como a definição dos mesmos para o termo propaganda. Depois para explicar o termo publicidade confundem as definições de publicidade com os esforços de relações públicas em gerar mídia espontânea.
Para facilitar o entendimento da real diferenciação dos termos, vejamos o exemplo:
- O governo Brasileiro faz uma campanha na TV para divulgar e promover a idéia da utilização de preservativos no combate a AIDS. Isso é propaganda. Se nessa mesma campanha fosse divulgada alguma marca de fabricante de preservativos, isso seria publicidade.Para finalizar:
Podemos, portanto entender que: Enquanto a publicidade é paga pelo fabricante ou distribuidor e em última instância pelo consumidor final do produto, proporcionalmente ao seu consumo. A propaganda é paga pelo cidadão, membro ou fiel seguidor da instituição (Governo, Igreja ou Partido político) que a financia e não proporcionalmente ao seu consumo. E até os esforços de relações públicas e patrocínio são sempre pagos de uma forma ou outra.Mais uma confusão:
A utilização errônea de termos pelo mercado, há pouco tempo causou mais uma confusão: A inserção mecânica feita na parte editorial dos veículos de comunicação (tie-in), de tanto ser chamada erroneamente de merchandising (ação no ponto de venda), acabou por cunhar o termo “merchandising editorial”. Portanto, agora quando vemos em uma novela, por exemplo, um personagem utilizando um produto com marca identificada e promovendo esse, estamos diante de uma inserção mecânica chamada de “merchandising editorial” e não de publicidade, entendida de maneira mais restrita. Pois, enquanto a publicidade utiliza os espaços publicitários dos veículos, o merchandising editorial é inserido na parte editorial, mas todos os dois devem ter o anunciante identificado.Autor: Dennys Monteiro
Texto disponível em: http://www.rg9.org/propagare.php
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